Maldições e esperanças


Terra em Chamas, de Bernard Cornwell

Terra em Chamas, 5º volume das Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell

Agora tem que esperar pelo menos um ano ou provavelmente mais… Li os 4 primeiros volumes, um atrás do outro, em dois ou três meses. O autor disse que a saga vai ter não menos que 6 e não mais que 12 livros. É um verdadeiro novelão capa e espada. Mal espero pelas cenas de batalhas, sangue e morte do próximo capítulo.
Uhtred ainda está longe de reconquistar Bebanburg. Cada passo para o Norte é reprimido por mais 10 passos de volta para Wessex e para o chato peidorrento do rei Alfredo. E agora, mais uma sucessão de roubadas com a rainha Atelflaed.
Li este 5º volume com um medo desgraçado porque já podia prever as tragédias que viriam e meu coração apertou. Meu medo foi tanto que achei até que os sofrimentos do Uhtred ficaram light. Perdeu seu grande amor, mas tudo sempre pode piorar para melhorar em seguida.
Entre muitas passagens e detalhes interessantes, quero destacar uma personagem. Ela é má. Muito má… Má mesmo. Mas adorei a Skad. Veja bem, ela faz coisas horríveis. Mas, na condição de vilã, é muito boa. Um sacerdotisa do mal, com cabelos e maldições da cor das penas de um corvo, bela, magérrima e sádica. Dava um bom nome de banda de death metal. E, com sinceridade, achei meio caído o final trágico-romântico dela. Logo a terrível Skad! Morrer assim,  numa cena de novela tipo Alexandre Dumas. Ela é bela, esperta e cruel feito aquela Lady malvadona dos Três Mosqueteiros. Mas, sei lá… Ela merecia mais. Acho que, no fim, Cornwell desprezou um pouco uma de suas melhores vilãs.
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Amaldiçoado

Terra em Chamas, de Bernard Cornwell

Terra em Chamas, de Bernard Cornwell

Estou lendo o 5º livro das Crônicas Saxônicas. Não aguento esperar. Leio bem devagar quando estou no ônibus a caminho e voltando do trabalho. bem devagar… Terminei agora o capítulo 2 e estou com muito… muito medo de continuar. Pobre Uthred.

Uhtred, o caminhante das sombras

A luta continua

Four down. More to go.

Acabei de ler o quarto volume, A Canção da Espada, das Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell.

Uhtred tem que aturar um bando de gente insuportável. Os padres, o rei,  o primo. Tem que engolir um juramento atrás do outro, que o afastam cada vez mais da reconquista de seu castelo no norte.

Por isso, ele fica nas sombras. Sombras do paganismo, do fervor pelas batalhas violentas e também do amor delicado de Gisela, sua bela esposa dinamarquesa. Sua amizade com os nórdicos é outra zona de sombra da personalidade de Uhtred. Um guerreiro divido entre sua origem saxã e cristã e sua opção pelo martelo de Thor e pelo modo de vida dinamarqueses. Os saxões temem Uhtred por sua força e selvageria na guerra e pelas convicções subversivas.

Sou fã do Bernard Cornwell. Comecei com a trilogia do Artur, depois a do Graal. Este ano comprei os quatro volumes dessa série das Crônicas Saxônicas e,  mal comecei o primeiro volume, já queria acabar todos os quatro para depois partir para o Stonehenge e o Azincourt.

Adoro essas histórias sobre a história da Inglaterra. O lado feio e sangrento das batalhas. Nunca pensei que fosse gostar de saber sobre paredes de escudos e confecção de arco e flecha. O autor disse que a saga de Uhtred vai durar mais do que 5 volumes. Não menos que 6 e não mais que 12, disse ele.

Já está em pré-venda o volume 5, Terra em Chamas. E as lojas virtuais – que prometem entrega entre os dias 14 e 21 deste mês –  disponibilizaram a sinopse do livro. Mais tragédias, mais guerras sangrentas e mais juramentos. Pobre Uhtred.  Mas agora, vou ter que sossegar um pouco da literatura de ficção. Só no segundo semestre. Tenho uma longa saga de pesquisas e de redação dos capítulos de minha monografia do MBA. Já ouço o estrondo medonho de uma parede de escudos. Aaaah! Mighty Thor!