Histórias para crianções 3

Toy Story 3

Toy Story 3

Quando era criança, desejei secretamente escrever um testamento determinando que meus brinquedos deveriam ser enterrados comigo. Meu patinho de pelúcia, uma gata de plástico, um urso de pelúcia marrom, algumas bonecas, todos deveriam ficar comigo para sempre e além! 🙂  É uma emoção meio angustiante de humanizar objetos, mas apesar de um tanto mórbida, acho que deve ser natural. Uma fase de aprendizado e construção do meu lugar no mundo. Minhas bonecas eram cobaias do laboratório da vida adulta que eu arquitetava. Brinquedos podem ser nossos amigos imaginários e os valorizamos na infância com se fossem nossos companheiros de um regimento de guerra ou de um time de futebol.

Desde o filme inaugural da série Toy Story, essa emoção originada na infância é explorada covardemente pela Pixar. Aquela sequência dos brinquedos maltratados pelo menino Sid que ao final do filme se vingam sob a liderança do cowboy Woody é um momento catártico para qualquer criança grande como eu.

E, agora, nesse terceiro e, dizem, último episódio Toy Story 3, a covardia com os crianções assumiu proporções de uma tragédia grega. Ao meu lado na sessão da sala 3D do Roxy, minha irmã dizia em meio às lágrimas: “roteiristas filhos da puta!” São mesmo, sempre são. Não cheguei a chorar na cena do incinerador de lixo, mas estive perto disso. A magia dos criadores da Pixar em soprar a argila de bits e bytes e humanizar figuras desenhadas em CG é algo quase assustador. A expressão da vaqueira Jessie dando a mãozinha para Buzzlightyear, apertava o coração.

Você já deve ter lido a respeito, mas, em resumo, o novo filme mostra o que acontece com os brinquedos de Andy, quando este vai para a universidade. Embora Woody não se conforme e queira seguir com Andy, a turma toda vai parar numa creche, onde conhecem novos brinquedos e são manipulados por crianças de  uma faixa etária, digamos,  de alto risco para Woody e seus amigos…

Mas o grande barato é que a Pixar repete  o feito de contar pela terceira vez uma história maravilhosa, da qual cito abaixo alguns dos melhores momentos.

  • Buzz no modo espanhol: quando vi uma prévia no trailer, achei meio bobo, mas acabou sendo muitíssmo engraçado. E a Jessie se deu bem. Quando quiser, já sabe como trocar a configuração do astronauta.
  • Kenny desfilando seu figurino no closet para a Barbie ao som de música disco.
  • Quando Buzz se refere a ele como “brinquedo metrossexual”.
  • O assustador boneco bebê leão de chácara.
  • A rendenção com a chegada do grande “Garra” operado pelos bonecos verdes ETs de três olhos.
Toy Story 3 - Buzzlightyear no modo español

Toy Story 3 – Buzzlightyear no modo español

Toy Story 3

Nova casa para os brinquedos

Toy Story 3

Andy se despede da infância

Toy Story 3

new toys on the neighbour

Toy Story 3

brinquedo metrossexual

Up – Desenho alto astral

Sonhos de aventuras

Sonhos de aventuras

Olha… Tudo pode ir mal, mas a Pixar, graças a deus, sempre faz um filme bom. Aguardei ansiosamente por 4 meses, que foi o atraso de lançamento no Brasil em relação ao mundo. Enfim…

Up é bom como um sonho bom. Como sonhar com um vôo com balões coloridos. Para variar chorei com a história inicial do velho Carl Fredricksen, dublado brilhantemente pelo Chico Anysio! É. Eu vi dublado, porque quis ver em 3D e só tem cópia dublada nesse formato. Mas foi ótimo. A Disney nunca decepcionou com as dublagens.

Up é tudo de bom na vida. Tem o velho rabugento, mas simpático, que resolve realizar o sonho de viajar pelas florestas e cachoeiras da América do Sul. Ele junta balões de gás presos na chaminé para fazer sua velha casa voar e acaba levando sem querer um moleque escoteiro muito figura que estava escondido na varanda. Na viagem, encontram um pássaro exótico e cães que falam através de uma coleira decodificadora. Os bichos são, é claro, uma atração à parte e responsáveis pelas cenas mais engraçadas do filme.

Sniper, o moleque, o cachorro e o velho Carl

O pássaro, o moleque, o cachorro e o velho Carl

Mesmo não aproveitando muito o recurso do 3D, a história é tão boa e a qualidade artística é tão grande, que a gente até esquece. Fiquei perdida e feliz nas nuvens, florestas, cores e texturas mágicas do desenho. O diretor é o mesmo do Monstros S/A.

carregando a casa pela floresta

carregando a casa pela floresta

yiiihoooo!

yiiihoooo!

Tenho a impressão de que o Up é o longa mais longo feito pela Pixar. Mas é tão bom, que nem percebi. Só senti falta dos curtas que costumam ser exibidos antes, como o Presto, aquele do coelhinho faminto e o mágico que não dá a cenoura pra ele, exibido antes do Wall-E. Ou aquele que passou antes do Ratatouille , do ETzinho atrapalhado que presta exame de habilitação para abduzir terráqueos, sob a supervisão de um ETzão frio que parece um sapo. Muito bons!

Ano que vem tem Toy Story 3, em 3D. Já estou impaciente.

Em 2008 – parte 1 – filmes

Tenho vários posts atrasados. Idéias que expiraram. Lembranças que ficaram bem fraquinhas. Então decidi juntar os caquinhos e fazer uma geral em 2008. E esse post ainda está em aberto… vai se esticar aos poucos.

O mais devertido

O mais devertido

IRON MAN

Essa é melhor filme baseado em HQ  que já vi. Olha que gosto muito do X-Men1, mas o Iron Man veio na medida certa. A história é enxuta e inteligente, sem hipocrisias ou pieguices em relação às guerras no oriente médio, indústria armamentista e terrorismo. Tem uma concepção visual fabulosa. Mesmo lembrando o Ultraman em algumas partes (hehehe).  Destaque para as seqüências de testes no laboratório do Tony Stark e a trilha sonora (viva o rock’n’roll!!!!).

E o melhor de tudo, é claro, o Tony Stark/Iron Man é o Robert Downey Jr. Oh meu Deus, que bom viver e ir ao cinema.

O melhor do ano

O melhor do ano

ESTÔMAGO

Esse é o melhor do ano. É a história mais genial de todas. Sei lá, desde o Cidade de Deus que não vejo um nacional tão bom.

Como boa filha de pau de arara, ri e chorei com a historia do Raimundo “Alecrim” Nonato, um cara da Paraíba que chega em uma cidade grande e conquista meio mundo pelo estômago. No fogão do restaurante ou do presídio, Alecrim cozinha também sua identidade e seu lugar no mundo.

Os atores são maravilhosos, principalmente o que faz o personagem principal (João Miguel) e o que encarna o Bujiú (Babu Santana), líder da cela do presídio em que o Alecrim foi parar.

um crime de tão saboroso

um crime de tão saboroso

Manja só esse diálogo.

NONATO: É gorgonzola! Esse queijo tem esse nome por causa do nome da cidade onde ele foi inventado, na Itália, ali bem pertinho dos Estados Unido…

BUJIÙ: Ô Alecrim, esse gorgonzola pode ser o queijo do caralho que for, meu irmão, tu pode fazê o que quiser com ele, mas esse negócio não vai ficar aqui dentro nem fudendo!

O site do filme tem um super conteúdo com vídeos, entrevistas etc. Destaque para o  livro de receitas do Alecrim.

algumas tortas e um beijo

algumas tortas e um beijo

MY BLUEBERRY NIGHTS

Esse ganha no quesito beleza… Sonhar pode não custar nada. Ou só R$10 de ingresso numa quarta-feira.

Fujo do título brasileiro porque é muito mané, mas é esse aí da imagem.

A doce Nora Jones (a própria cantora mesmo) afoga as máguas com tortas de blueberry (mirtilo) num bar do Jude Law. Ai, ai… Ele e a direção do Wong Kar-Wai são garantia de encantamento.

meninas não vêm com manual

meninas não vêm com manual

JUNO

Adolescentes não vêm com manual, sabe?

E não há uma ordem certa dos fatores para construir uma mulher adulta… assim como não existe mulher adulta o suficiente para ser mãe.

Juno conta uma história muito singela sobre isso. Qualquer hora é hora. Pode ser com 16 ou 80 anos. Sempre haverá uma nova aventura, um medo de levantar o tampa do desconhecido. Mas a Juno nos deixa orgulhosas de ser garotas.

heróis e vilões sombrios

heróis e vilões sombrios

BATMAN – CAVALEIRO DAS TREVAS

Tenho que ver esse de novo, porque a expectativa foi tão grande e o contexto é tão complexo e sombrio, que saí sem saber se foi bom ou não.

Não há dúvida de que o Heith Ledger está sobrenatural (hum… malditos trocadalhos) como o Coringa. Ele rouba o filme totalmente. Não tem muita chance para o personagem-título. Engraçado que li uma declaração do Daniel Day Lewis sobre o Ledger, em que rasga a seda total do cara e lamenta a sua partida. Percebi no Cavaleiro das Trevas o quanto os dois são semelhantes como atores. Tem uma entrega meio mórbida ao personagem. Eles ficam deformados, numa espécie de transe dionisíaco.

Ledger vai assombrar a vida do Batman para sempre

Ledger vai assombrar a vida do Batman para sempre

Várias falas do Coringa já devem ter entrado para o dicionario de grandes citações cinematográficas. Lá vão três exemplos (mas só fazem sentido quando se vê o filme).

“It’s not about the money, it’s about sending a message. Everything burns!”

“See I’m not a monster, I’m just ahead of the curve.”

“I thought my jokes were bad.”

agora dá para acreditar

O incrível Hulk: agora dá para acreditar

O INCRÍVEL HULK 2008

Ah, o incrível Edward Norton… Ele se mete em tudo. É ator, escreve roteiro ou reescreve os  que não gosta, ajuda a escolher elenco, lava, passa e trás a pizza. Seja de uma adaptação do Somerset Maugham ou um kick-ass movie como esse do Hulk.

Ainda bem que ele é bom. Considero o EN um ótimo ator. Do tipo que me faz ver o filme só por ele. Não é um cara bonito. Tem um carinha meio Noel Rosa, meio “mamãe passou lavanda em mim, tá?”. Mas é absolutamente sedutor nos filmes. Ainda quero ver ele de Ricardo III, manco, torto, feio e podre seduzindo a cunhada. Hehehehehe.

Esse Hulk com o E. Norton é mega melhor que o anterior do Ang Lee. Esse de 2002 (acho) é estranho, um dos mais chatos do mundo. O Lee tentou abstrair do roteiro equivocado fazendo umas viagens visuais muito doidas em que fundia imagens fractais, tipo a vista aérea de um deserto mixando com as hemácias e leucócitos se deformando com os raios gama na corrente sangüínea (socorro, vam aí a reforma ortográfica) do Bruce Banner. Tudo muito sofisticado, mas o filme é uma m…..

por um hulk menos shrek

por um hulk menos shrek

Agora esse do Edward Norton, não. Esse é legal. Tem uns erros feios, que podem ser creditados à montagem. Tipo: o noivo da Liv Tyler meio que do nada escrotiza a parada toda.  Cortaram algumas cenas que dariam mais sentido ao desenrolar da trama. Mas, ainda assim, é bom.   O Hulk-Schrek dessa vez está bem mais fácil de engolir que o do outro filme. E tem o Edward Norton se virando no português em plena Rocinha (Tavares Bastos, na verdade), fazendo uma coisa que parece uma yoga-capoeira. Ha ha hah, meu deus do céu.  Pelo menos alguém em Hollywood sabe que a gente fala Português.

Tem gente que odeia o seriado de TV do Hulk. Aquele do tema de piano tristinho. Eu gostava. O filme tem um pouco dessa onda da série, mas não pega pesado no drama. O  Bruce Banner se fode tanto que é até engraçado. O EN com aquela cara de cachorro abondonado com roupa rasgada ao relento. Ô pobrezinho. Tô sacaneando, mas a história é legal e deixa coisas em aberto para um próximo filme. Quem sabe? Com tanto HQ virando filme, é capaz de malandro enjoar geral. Tomara que não.

Will Smith é uma lenda entre os zumbis

Will Smith é uma lenda entre os zumbis

EU SOU A LENDA

Só incluí esse filme porque gosto de 70% dele. O Will Smith é um camarada com muito carisma. No filme, ele é um oficial das forças armadas e médico-cientista, que vive sozinho com seu cachorro em Nova York, depois que a humanidade foi praticamente dizimada por uma praga horrorosa. Ele é imune à doença, mas os outros infectados, que não morreram, viraram zumbis. Smith tenta encontrar uma cura para a doença na solidão de seu  laboratório. Às vezes ele ouve Bob Marley. Na falta de companhia, bate papo com os manequins das lojas abandonadas. De vez em quando, ele e o cachorro saem para caçar veados, que agora vivem soltos pela cidade.

O problema é que não gosto muito de filmes de zumbis, tipo Extermínio e tal. De uma maneira geral, nem gosto de filme de terror. Mas tinha que ter uma ameaça, pois é o propósito do filme. Por isso, descontei só 30%.

a era é de ouro mas o filme fica com a prata

a era é de ouro mas o filme fica com a prata

ELIZABETH – A ERA DE OURO

Sou obrigada a reconhecer que o outro Elizabeth é melhor. Mas esse tem seus méritos. A Cate Blanchett é uma das atrizes de que mais gosto. É sempre um luxo vê-la em ação. E tem de novo o ótimo Geoffrey Rush. E tem o colirão Clive Owen. Tinha tudo para ser tão bom quanto o anterior, o momento histórico é bem mais interessante (o lance da Invencível Armada, quando a Inglaterra vira a mesa no jogo de forças com a Espanha de Felipe II, e se firma como a grande potência dos mares). Locações, figurino e direção de arte são  esplêndidos (mas também a Renascença é sempre uma festa para os bons diretores de arte).

mas a direção de arte é de ouro

mas a direção de arte é de ouro

A Elizabeth Tudor foi a primeira grande rainha da Grã-Bretanha (curioso como o país viveu dois de seus maiores momentos históricos governado por rainhas. Depois de Elizabeth I, Vitória foi a soberana do século 19 e seu reinado influenciou os costume de todo o planeta).

Enfim, tudo parece ótimo, mas o filme não empolga tanto quanto poderia.

wall.e o robô colecionador

wall.e o robô colecionador

WALL.E

A Pixar é sempre surpreendemte e impecável. Sempre oferece uma história inteligente, divertida e cativante, contada através de imagens deslumbrantes.

É impressionante o rigor e sofisticação do tratamento dos planos, sempre cheios de detalhes. São obras de arte animadas. Lembro que fiquei com fome vendo Ratatouille. Embora não haja uma preocupação com a veracidade ao retratar humanos e animais, os personagens sempre são carismáticos e convincentes.

Então, Wall.E é um simpático robozinho que ficou para trás na Terra. O planeta foi abandonado pela humanidade por falta de condições ambientais para a vida. O solo não produz mais vegetais, o sol fica encoberto por uma névoa de poluição bem feia. Enfim, tô descrevendo de um jeito que provavelmente é errado, mas é mais ou menos esse o cenário em que o solitário Wall.E vive, compactando e empilhando lixo, colecionando objetos que acha interessantes. Ele mora numa espécie de container, onde guarda suas coleções de vídeos (incluindo alguns clássicos do cinema) , eletrodomésticos e outras coisas que acha interessantes, embora não compreenda sua utilidade. E tem a barata-cachorro. Essa é uma piada ótima do filme. Depois do desastre ecológico que tornou a Terra um deserto, quem sobrevive? Um robô e uma barata.

o simpático wall.e intrigado com um cubo mágico

o simpático wall.e intrigado com um cubo mágico

E pelo fato de ter apenas essas duas criaturas em cena, a parte inicial do filme tem outra característica pouco usual: não tem falas. Se apóia basicamente na ação dos personagens. Então já começa muito interessante.

E tem a coisa do robô. Digo, histórias de robôs sempre emocionam. Robôs simpáticos e solitários, então, me fazem chorar. Imagine ainda que esse robô se apaixona perdidamente por uma robôa alienígena.  Eu queria levar o Wall.E para casa e assistir os filmes do Fred Astaire com ele.

Mal espero pelo próximo desenho da Pixar.

novo James Bond e suas respostas curtas e afiadas

novo James Bond e suas respostas curtas e afiadas

007 QUANTUM OF SOLACE

Bom… tem gente que reclama que ele é sujo e deselegante.

Talvez não seja o mais apolíneo, vamos dizer assim. Certamente não tem nada a ver com o  Sean Connery. Nem com o Roger Moore ou o Pierce Brosnan. Mas eu me amarro no novo 007 do Daniel Craig.

Ele é mais ácido, fala menos, pega menos mulher  e apanha mais. Quebra alguns paradigmas do personagem, pois além de tudo o que foi enumerado acima, tem seu corpo mais explorado do que o das mulheres. Mas não falta charme ao novo James Bond. Craig tem uma carga de fúria e virilidade meio Steve McQueen. E ainda veste um smoking com naturalidade.

Esse segundo filme com o Daniel Craig, Quantum of Solace, confirma todas essas novas facetas do 007. Sempre tem umas falas curtas e impagáveis do agente secreto. No filme anterior (Cassino Royale), minha preferida era: Vesper diz ‘I am the money.’ James Bond  dá uma manjada na Eva Green e responde ‘Every penny of it.’ Nesse novo filme, gosto da cena da chegada da agente ruiva, de quem o Giancarlo Giannini observa: ‘Bond ela pode usar algemas.’ E Bond só responde: ‘You hope so.’

Breve num próximo post:

SWEENEY TODD

MAMMA MIA!

ARQUIVO X 2

STAR WARS THE CLONE WARS

KUNG FU PANDA

SURF’S UP (TÁ DANDO ONDA)

BEWULF

CRÔNICAS DE NÁRNIA – PRÍNCIPE CASPIAN

HELLBOY 2: THE GOLDEN ARMY

CASSANDRA’S DREAM

CONVERSAS COM MEU JARDINEIRO

ATONEMENT (DESEJO E REPARAÇÃO) : A propósito da honestidade e da realidade

THERE WILL BE BLOOD (SANGUE NEGRO)

O CLUBE DE LEITURA DE JANE AUSTEN

BECOMING JANE

MARGOT AT THE WEDDING

O ESCAFANDRO E A BORBOLETA

Lacunas:

ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ
PERSÉPOLIS
I’M NOT THERE
AGENTE 86
ANTES DE PARTIR
DAN IN REAL LIFE (A NAMORADA DO MEU IRMÃO?)
THE HAPPENING (M. NIGHT SHYAMALAN)
MADAGASCAR 2
HORTON E O MUNDO DOS QUEM
ROLLING STONES – SHINE A LIGHT
FAVOR REBOBINAR
BODY OF LIES (RIDDLEY SCOTT)
Repescagens
ZODIACO
A PELE, BIOGRAFIA IMAGINÁRIA DE DIANE ARBUS
ACROSS THE UNIVERSE
TRILOGIA JASON BOURNE
APOCALYPTO