Season’s Finale – Parte 3: Fringe

nas bordas extremas da ficção científica

nas bordas extremas da ficção científica

Se assumirmos que o Arquivo X deixou mesmo órfãos (eu, pelo menos, sou uma), parece que o Fringe pode trazer algum alívio. Só que com alguns poréns, adereços e perfumarias.

Tem coisas que são mais ousadamente bizarras em Fringe do que em Arquivo X. Mas no bom e velho seriado de Mulder e Scully, eu sentia muito mais medo.

Em outros aspectos, Arquivo X é derramadamente mais nerd e empolgante, enquanto Fringe é um tanto modernoso e antisséptico.

Chris Carter é mais da linha de Stephen King, Clive Barker, Além da Imaginação. Já J.J. Abrams persegue outras fronteiras da ficção científica.

Mas a parada do Fringe pra mim é o Walter. O cientista louco. E agora, a gente entende melhor a maluquice dele. Viagens entre mundos paralelos… A segunda temporada promete. Tomara que não desaponte.

Paz e prosperidade nesta (qual?) e em todas as realidades paralelas.

sci-fi clean

sci-fi clean

Próximos capítulos…

  • Bones
  • Grey’s Anatomy
  • Life
  • The Mentalist
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Star Trek: Origens

Star Trek origens

Star Trek origens rebeldes

Que bom que fizeram esse filme. Criaram uma juventude rebelde para o Capitão Kirk e uma origem muito simpática da amizade dele com o Spock. Tem uma coisa ligeiramente boba e exagerada no filme, que não esconde a preocupação em conquistar novas audiências. Isso poderia ter comprometido a adesão dos velhos fãs. Mas acho que a abordagem é nitidamente apaixonada pela série de tv e pelos filmes anteriores de Star Trek. E conheço gente que é fã e adorou, e outras pessoas que nem são fãs, mas se amarraram no filme.

Nunca fui exatamente uma “treker”. Sempre estive mais para o time do “conselho jedi”. Mas assisti muito à série original de TV nos anos 70 e vi quase todos os filmes. Inclusive os da Nova Geração. Lembro até da versão em desenho animado! Pena que pouca gente lembra disso 😦 . Tinha um episódio inesquecível duns bichinhos fofinhos e peludinhos tipo gremlins que infestavam a Enterprise. Nossa, será possível que ninguém se lembra?

Mas o novo Star Trek, dirigido pelo J. J. Abrams (criador das séries Lost, Alias, Fringe e outras), vai fantasiando sobre as origens dos personagens. E é um barato ir reconhecendo os jovens James Kirk, Spock, Uhura, Chekov, Sulu, Scott. Também conta a destruição de Vulcano, planeta original do Spock (vivido pelo carinha que faz o Sylar da série Heroes). E ainda tem partcipação do velho Spock, Leonard Nimoy. E um irreconhecível Eric Bana faz Nero, um romulano vingativo, que odeia o Spock.

Só não gostei muito do Dr. McCoy. Que diabos é aquilo? É bobo e hipocondríaco. É isso mesmo? E o gato do Karl Urban (o cavaleiro rohirrim boladão Eomer, de “O Senhor dos Anéis – As Duas Torres”), porque ficou feio, gordo e velho do nada para fazer o McCoy? Desnecessário isso.