Grey’s Anatomy – Season Finale 2010

Grey's Anatomy

Grey's Anatomy

Com o fim do ER, Grey’s Anatomy deve precisar compensar em dobro a perda de uma série sobre hospitais. E também compensar a perda de desgraças de fim de temporada. Cada ano eles superam a violência dramática dos finais. Esse último foi dose para elefante. Quando a Meredith passa por aquele cara que tinha processado o hospital, na mesma hora eu imaginei o sangue. Mas eu não imaginava o massacre.

No episódio duplo chamado “Sanctuary/Death and All His Friends”, que encerra a sexta temporada da série, fiquei tipo cinco minutos de queixo caído quando o cara mata a garota do cabelo curto. Assim, como quem desliga a TV porque está fazendo barulho. Grey’s Anatomy se passa em Seattle, no estado de Washington, que fica no noroeste dos EUA. Um dos últimos territórios da conquista do Oeste. Imagino que seja fácil e frequente mesmo comprar armas nos supermercados de lá, sem maiores perguntas. E imagino que essa banalidade facilite aos malucos saírem matando mesmo. A perpetuação do faroeste sem lei. Sem grandes pudores.

Poucos pesadelos devem se comparar a trabalhar num hospital em tempos em que a vida e a morte são banais. O momento mais terrível pra mim foi o da Bailey tentando salvar aquele médico babacão e tendo que desistir, porque não tinha elevador para chegar ao centro cirúrgico ou sei lá pra onde ela ia levá-lo. Tadinha. Surta totalmente.

Tiros em Seattle Grace

Tiros em Seattle Grace

Mas é uma pena que o mala do Karev não morra. Vaso ruim não quebra, mesmo.

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Season’s Finale – Parte 5: Grey’s Anatomy

dez em anatomia :)

sex and medicine

Bem.. eu disse que demorava a escrever. e essa série vai recomeçar amanhã. então.. to cut a long story short…

Fiquei muito tempo com a impressão de que o Grey’s Anatomy era um seriado mais pra comédia que drama. Meio que o um E.R. mais levinho. De certa forma, é isso mesmo. Tem uma aura meio cor de rosa bebê. O hospital de Seattle parece mais limpinho e ter mais verba que o Chicago County. E, por mais que as histórias carreguem dor e morte, há alguma coisa na receita que desloca o espectador da situação.

Até que essa última temporada teve vários momentos terríveis, difíceis de ver de novo. Como aquele episódio da mulher grávida que atropela sem querer o marido, tudo até meio engraçado, mas depois vira uma tragédia horrorosa. Ou aqueles com o Eric Stoltz, em que ele faz um condenado à pena de morte, que tem esperança de morrer no hospital. Tenta manipular a Grey e o Shephard. Consegue afetar a Grey. E isso confere um dos melhores momentos da personagem. E olha que acho ela uma chata.

Gosto mais da ácida Christina. E ela ganhou um presente. O Dr. Hunt… A série já era bem florida com o Dr. Mark e o Dr. Shepard. Mas com a chegada do Dr. Hunt… bem… o Dr. Hunt… Ai, meu Deus, o Dr. Hunt… Ele é o Lucius Vorenus da série Roma. Ele trouxe tudo. Não deixou nada em casa. Hehehehe. Só que aos poucos virou um presente de grego para a Christina. Pirado de guera, o coitado. É… é muito mulézinha a série.

Até algumas horas atrás, estava 100% bolada com o final da 5ª temporada. Que idéia… Porque precisam desses massacres finais?? Mas hoje li no TV.com como começa a nova temporada…

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dez em anatomia 🙂

Próximos capítulos…

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