Season’s Finale – Parte 2: E.R.

era triste mas era bom

era triste mas era bom

Lá se foram todos os meus amigos de fim de noite. Vi muitos episódios nas reprises diárias das 23h00. Comecei a ver E.R. quando passava com o nome de Plantão Médico na Globo, lá por volta de 1994.

Era tudo muito bom até chegar no episódio do parto com eclampsia. Foi uma das coisas mais aterrorizantes de tão tristes que já vi na TV. Tomei horror do seriado na época. Só voltei a ver em 2006, quando assinei TV a cabo. Já estava na 12ª temporada. Eu tava por fora de quem diabos eram Dr. Kovac (hey hey hi hi rock n roll will never die), Abby, Neela ou Pratt. Nas reprises diárias é que fui me situando, conhecendo os novos médicos e enfermeiros e entendendo que fim levou o Dr. Carter, Dr. Peter, Dr. Marc Green ou a enfermeira Carol, que namorava o pediatra vivido pelo George Clooney (hi hi hey hey rock n roll is here to stay) .

Daí, fiquei viciada de novo na mesma droga cheia de tragédias de 1994. Sei lá porque… Foi boa enquanto durou. Em sua temporada final, o criador da série, Michael Crichton, também se foi.  E o último capítulo não tinha muita escolha a não ser não terminar a história. Como se a série fosse um bumerangue lançado ao acaso. E agora fica voando num looping eterno pelas imaginações dos fãs.

er-season-15

desgraças na eternidade

Próximos capítulos…

  • Fringe
  • Bones
  • Grey’s Anatomy
  • Life
  • The Mentalist