Toda mulher merece ter uma bolsa igual à da Hermione

Harry Potter e as relíquias da morte parte 1

Começa o perrengue final

Harry Potter e as Relíquias da Morte parte 1

Esse é o episódio inicial do massacre final. Fico pensando nas crianças-adolescentes que cresceram lendo Harry Potter desde o primeiro volume. Se eu tivesse lido o livro 1 (Harry Potter e a Pedra Filosofal) quando foi lançado, e se na época eu tivesse, sei lá, onze anos, acho que enlouqueceria meus pais com delírios de ir para Hogwarts e não para a escola de trouxas…. Mas também imagino que doidera (da boa e da ruim) seria crescer junto com Harry, Hermione e Ron. Crescer com uma turma de amigos que jogam quadribol, estudam feito loucos para os exames, se apaixonam, combatem forças do mal, perdem amigos…

Ao longo da leitura da série, as situações vão ficando cada vez menos infantis e as asperezas e crueldades da vida vão aumentando. Chega-se a novas certezas e inevitáveis desilusões. Livros como capítulos da vida em construção. É… eu tenho essa leitura profunda de um sucesso literário mundial… Fazer o que? Deve ser justamente pela profundidade disfarçada com magos, bruxas e criaturas fantásticas que a série se tornou tão popular.

Mas não quero falar de nada disso. Quero apenas chamar atenção para uma das fantasias mais sensacionais das histórias de fantasia. Me refiro à bolsa da Hemione. Quando li o 7º volume, Harry Potter e as Relíquias da Morte, nem dei tanta importância a esse detalhe.  E, na verdade, nem é uma idéia tão original assim. Mas ver na tela a personagem tirar aquele montão de coisas da bolsa, como se fosse uma cartola de mágico, foi de uma satisfação imensa. Ai, quem dera…

Quem dera poder guardar netbook, livro, revista, celular, chaves, batom, escova de dente, pasta de dente, fio dental, guarda-chuva, modem 3g, escova de cabelo, caneta, bloco de notas, documentos, riocard, crachá, porta-níqueis, óculos de grau, óculos de sol, filtro solar, hidratante, rímel, carregador do celular, lápis preto, sabonete para o rosto, fones do celular, fonte do netbook, protetor labial, cartão do banco, cartão de crédito, um casaquinho (pra aguentar o ar condicionado no ônibus), trocados para o café depois do almoço, creme para as mãos, carteira do plano médico e outras cositas más, tudo na incrível bolsinha da grife Hermione Granger. Ou então nos bolsinhos mágicos da calça five pockets classic jeans HG. Pronto. Isso e poder aparatar/desparatar resolveria muitos problemas.

 

A sensacional e revolucionária bolsa da Hermione Granger

A sensacional e revolucionária bolsa da Hermione Granger

OBS: o tútulo do post eu robei da minha irmã. O insight é todo dela!


Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog está em brasa!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 14,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 3 navios.

Em 2010, escreveu 44 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 102 artigos. Fez upload de 228 imagens, ocupando um total de 30mb. Isso equivale a cerca de 4 imagens por semana.

The busiest day of the year was 31 de março with 95 views. The most popular post that day was sobre.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, search.conduit.com, pt-br.wordpress.com, images.yandex.ru e webdebee.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por bones, extase de santa teresa, the secret of kells, o extase de santa teresa e no country for old men

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

sobre setembro, 2007
8 comentários

2

Season’s Finale – Parte 4: Bones setembro, 2009
5 comentários

3

A Guerra do Fogo junho, 2009
3 comentários

4

A Paixão segundo Teresa março, 2010

5

Into The Wild: devorando toda possibilidade de vida julho, 2008
4 comentários

Máquina do Rock

Em 2002, realizei um sonho de adolescente: assisti ao Rush no Maracanã. Estava lá entre milhares de fãs felizes, cujos gritos e pulos foram registrados no DVD Rush in Rio. Caraaaaaaaaaaaca! Lá estava o próprio monstro Neil Peart fazendo seu lendário solo de bateria. Lá estavam Geddy Lee e Alex Lifeson.

Mas não deu pra resistir de novo. Lá fui eu para a Apoteose no domingo. O som tava uma droga, como acontece frequentemente no local. Mas a qualidade da música venceu toda a adversidade.  Eles são impecáveis.

 

 

Foto: Bruna Prado/Futura Press publicada no Terra

Lenda do rock'n'roll Neil Peart, do Rush. Rio, outubro 2010.

 

Descobri o mundo basicamente com livros, filmes e discos. Me pergunto onde iria parar sem os versos de Fernando Pessoa, os filmes do George Lucas e as bandas de rock como Rush. Fly By Night, Moving Pictures, Signals, Permanent Waves, Hemispheres, Caress of Steel. Nem lembro de tudo que ouvi, pois conheci o Rush em meio a uma enxurrada de bandas como Pink Floyd, Yes, Genesis, Led Zeppelin, Deep Purple, Renaissance, Jethro Tull, Marillion, Iron Maiden, Black Sabbath, AC/DC, Scorpions, Dire Straits,The Police, Kiss, Def Leppard, The Who e um bocadão de muitas outras. Mas lembro claramente de acompanhar o som dos discos de vinil com os olhos fixos nas letras que vinham encartadas nos álbuns. As palavras de um inglês dificílimo de Moving PicturesSignalssobreviveram nas prateleiras empoeiradas da memória.

Naqueles tempos, as bandas ganhavam dinheiro vendendo discos. Discos de vinil e, depois, CDs. Shows? Só na Europa e America do Norte. Aos poucos, isso mudou, claro. Do primeiro Rock in Rio em 1985 até o cenário atual, muita água rolou.  Músicos não vendem mais discos. Ganham dinheiro com shows. Agora, o Brasil é mercado emergente de um monte de coisas. Inclusive de shows. A prova disso é que tive de escolher entre ver Rush ou Dave Matthews Band, que se apresentaram num mesmo dia no Rio.

 

Alex Lifeson e Geddy Lee

Os monstros Alex Lifeson e Geddy Lee, do Rush, Rio, Outubro 2010

 

Fico impressionada com a disposição do trio. Mandam ver com a mesma energia dos anos 70. São sofisticados pra burro. O som seriamente pesado, tem uma corzinha de jazz e folk. Ninguém soa como eles. É muito forte a idolatria pelos talentos individuais de Lee, Lifeson e Peart. Mas é clara a marca sonora da banda como um todo.

Para um repertório monstruoso como o do Rush, fica difícil tocar tudo que todos os fãs mais gostam. Não rolou New World Man nem Fly By Night. Mas, no geral, foi um set list justo. Gostei até das músicas novas, do álbum que ainda vai ser lançado depois da turnê. Enfim… Foi uma noite  feliz de domingo. Quero mais. Quero Robert Plant, David Gilmour e outros bons e velhos monstros de quem ninguém mais compra discos, mas que podem nos fazer felizes com shows como esse aqui mesmo no Rio.

 

Não tenho camisa oficial... Mas eu fui!

 

Meu devaneio favorito

 

Meu Malvado Favorito (Dispicable Me)

Meu Malvado Favorito

 

Tem meninas órfãs e carentes, mas não é desenho óbvio nem piegas. É só diferente, inteligente e engraçado. Um dos melhores exemplos de aproveitamento do 3D. As crianças gritavam e jogavam as mãos para o alto, tentando tocar objetos que “saltavam” da tela no cine Roxy. Vi dublado, portanto, sem Steve Carell. Mas a dublagem era de qualidade. As piadas funcionaram.

A originalidade do Meu Malvado Favorito fica por conta de coisas mirabolantes como o personagem principal. Gru é um super vilão, que comete crimes “terríveis” como roubar a estátua da liberdade de Las Vegas (uma pequena cópia do cartão postal de NY). Ou de tentar roubar nada mais que a lua. Parece até uma peça da Maria Clara Machado. E tem os fabulosos mínions. Um mundo deles. Criaturas cilíndricas e amarelas adoráveis que trabalham para Gru, que precisa roubar de outro vilão, Vetor, uma máquina de miniaturização para capturar a lua. Seu plano maluco para conseguir a máquina o leva a adotar 3 garotinhas órfãs. Elas ferram com o juízo do vilão maluco.

Com exceção de um mínion que bate no outro, e de um que joga um foguete no outro, não há demonstrações desnecessárias de violência. Porque isso é chato, né? Não estou negando a violência. Gosto de filmes e livros que têm lutas de espadas, machados, arcos, sabres de luz etc. Mas há contextos em que o barato é não ter armas ou socos. Só maluquices para rir e esquecer das balas perdidas e dos arrastões no túnel Rebouças.

Estou há dias tagarelando uma imitação dos sons incompreensíveis dos mínions. Algo tipo: tdabada. tbdabla. dbaa. E gosto de imitar também a Agnes, uma das 3 garotinhas, que adora unicórnios e grita com voz grossa “É TÃO FOFINHO!”, quando ganha um unicórnio gigante de pelúcia. Não passo de uma criançona gritando de mão pra cima no cinema. Só quero ter um milhão de amigos mínions.

 

Meu Malvado Favorito

máquina de encolher

 

 

Meu Malvado Favorito

se divertindo com o malvado

 

 

meu-malvado-favorito-0

Os mínions. - Bdatdanda pda? - Torpedo! - Badba pdanmadpa bda lda