Carlyle

A casa é iluminada e espaçosa; mas é um lugar silencioso, que demanda muita imaginação para que se possa vê-lo com vida novamente – para isso, deve-se mostrá-lo com todas as pequenas e astutas “artimanhas” de que ela fazia uso; e ver, de alguma forma, a figura comprida e lúgubre dele, inclinando-se ou recostando-se, com o cachimbo na mão, e escutar conversas irrompendo, tudo com o sotaque escocês; e a profunda gargalhada. Mrs. Carlyle, suponho eu, sentava-se ereta, mas muito frágil, divertida, mas crítica também – narrando o seu dia, e sendo agradável com alguma “admiradora” em uma ou duas frases. – Virginia Woolf: A Casa de Carlyle e Outros Esboços (organização, introdução e notas de David Bradshaw)

Helen Allingham's 1879 painting of Carlyle

Helen Allingham’s 1879 painting of Carlyle

Esboços do noviciado de Woolf

Esboços do noviciado de uma escritora

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uma revolução

A Assembléia só foi informada da Queda da Bastilha no dia 14 à noite. Imediatamente, avisou o Castelo. O duque de Liancourt, camareiro-mor, tentou tirar o rei de sua apatia. Quando Luís XVI lhe perguntou: “É uma revolta?”, ele respondeu: “Não, Majestade, é uma revolução.”

– Guy Chaussinand-Nogaret: A Queda da Bastilha

mudar ou ser levado pela mudança

mudar ou ser levado pela mudança

Tomar as rédeas da mudança

Tomar as rédeas da mudança

Weirwoods

The gods the children worshipped were the nameless ones that would one day become the gods of the First Men – the innumerable gods of the streams and forests and stones. It was the children who carved the weirwoods with faces, perhaps to give eyes to their gods so that they might watch their worshippers at their devotions.

– George R. R. Martin, E. M. García Jr. & L. Antonsson: The World of Ice and Fire – Ancient History – The Dawn Age

Weirwood Tree: Game of Thrones digital fan art by Benco42

Weirwood Tree: Game of Thrones digital fan art by Benco42