A armadilha do tempo e do espaço


“The inhabitants of these living-quarters would appear to be monks, adherents of some unknown sect. Perhaps is their ritual duty to climb those stairs for a few hours each day. It would seem that when they get tired they are allowed to turn about and go downstairs instead of up. Yet both directions, though not without meaning, are equally useless.”

M.C. Escher: The Graphic Work

M.C. Escher Ascending and Descending (litograph, 1960)

M.C. Escher Ascending and Descending (litograph, 1960)

“Que acharia o senhor, perguntou ele, “de um povo que não dispõe de nenhuma palavra para expressar ‘tempo’? Minha gente não tem nenhuma palavra que signifique ‘atrasado’ ou ‘esperar’. Eles não sabem o que é esperar ou chegar atrasado.”

Norbert Elias: Sobre o tempo – depoimento de um sioux relatado por Edward T. Hall

A construção da noção do tempo

 

POZZO: Dumb. He can’t even groan.

VLADIMIR: Dumb! Since when?

POZZO: (suddenly furious). Have you not done tormenting me with your accursed time! It’s abominable! When! When! One day, is that enough for you, one day I like another day, one day he went dumb, one day I went blind, one day we’ll go deaf, one day we were born, one day we shall die, the same day, the same second, is that not enough for you?

Samuel Beckett: Waiting for Godot – Act II

(...) But at this place, at this moment of time, all mankind is us, whether we like it or not. Let us make the most of it, before it is too late!

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