o sem-coroa


Nem tudo que é ouro fulgura,

Nem todo o vagante é vadio;

O velho que é forte perdura,

Raiz funda não sofre frio.

Das cinzas um fogo há de vir,

Das sombras a luz vai jorrar;

A espada há de, nova, luzir,

O sem-coroa há de reinar.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 10 – Passolargo

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