o sem-coroa

Nem tudo que é ouro fulgura,

Nem todo o vagante é vadio;

O velho que é forte perdura,

Raiz funda não sofre frio.

Das cinzas um fogo há de vir,

Das sombras a luz vai jorrar;

A espada há de, nova, luzir,

O sem-coroa há de reinar.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 10 – Passolargo

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tão escura que o homem da lua encheu a cara

Existe um lugar, alegre e antigo,

ao pé da colina rara;

Lá tem cerveja tão escura

Que o Homem da Lua veio à procura

uma noite e encheu a cara.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 9 – No Pônei Saltitante

bolo-fofo

Na hora em que Tom voltou, já estavam se sentindo fortes (e famintos). Ele reapareceu, primeiro o chapéu, sobre a saliência da colina, e atrás dele vinham numa fila obediente seis pôneis: cinco que eram dos hobbits e mais um. Este último era justamente o Bolo-fofo: maior, mais forte, mais gordo (e mais velho) que os outros cinco.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 8 – Neblina sobre as Colinas dos Túmulos

fruta d’ouro

À beira do lago há muitos anos, achei a Filha do Rio,

a linda e jovem Fruta d’Ouro, sentada por entre os juncos.

Docemente então cantava e o coração batia!

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 7 – Na casa de Tom Bombadil

o salgueiro

Frodo levantou os olhos pesados e viu um grande salgueiro, velho e esbranquiçado, a se debruçar sobre ele. Parecia enorme, os galhos esticados para cima, erguendo-se como braços com muitas mãos de dedos longos, o tronco nodoso e retorcido se abrindo em largas fendas que estalavam baixinho quando os galhos se moviam.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 6 – A Floresta Velha

antes da aurora

Adeus vamos dar à casa e ao lar!

Pode chover e pode ventar,

Vamos embora antes da aurora,

Mata e montanha atrás vão ficar.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 5 – Conspiração desmascarada

tinha o aroma de um mel feito de muitas flores

Quando  começaram a fazer a refeição, descobriram que os elfos tinham enchido suas garrafas com uma bebida clara, de um dourado pálido: tinha o aroma de um mel feito de muitas flores e era maravilhosamente reconfortante.

maravilhosamente reconfortante

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel – Livro I

Capítulo 4 – Atalho até cogumelos