The Mentalist – Season Finale 2010

The Mentalist

The Mentalist

Não tem muito a ver, mas lembrei do episódio Mikado, do Millenium. Quer dizer… tem um pouco a ver. Red John com aquele capuz naquele lugar que parecia os bastidores de um teatro, me lembrou o maluco encapuzado que foge de Frank Black ao som de Gilbert & Sullivan.

Desconfiei que o Red John fosse aquela vidente, mas ouvindo ele falar com o Patrick, cismei que ele é aquele suposto agente da polícia que aparece no início do episódio na cena de um crime. Ele desdenha das habilidades do Jane. Achei meio estranho ele surgir do nada. Só o Jane conversa com ele. Bom… é um palpite, mas pode ser um recurso para confundir a audiência.

Fiquei um tantinho frustrada por não revelarem nada da nova chefe do departamento. What a tough bitch! Quem sabe na próxima temporada? Quanto à Van Pelt e o bonitão… só lamento. Ele tem que pegar alguém para reequilibrar as energias. E… eu me amarro no Kimball Cho.

Agente Cho: mega boladão...

Fringe – Season Finale 2010

Fringe

Fringe

Ai… tadinha da lôra. Se ferrou na outra realidade. Tem gente que implica com ela. A Olivia Durham. Mas eu acho ela maneira. Tem uma coisa meio valquíria, meio cowboy, sei lá. Mas ela vem também num exemplar ruivo que veio da outra realidade. Talvez seus detratores gostem. A Olivia ruiva é mais marrenta e cínica.  Quem salvará a pobre lôra? Será que o Peter vai ficar com a ruiva descolada? Mas lôra também pode ficar com o namorado ex-Robinson Crusoé da ruiva. Sem prejuízos.

Gosto pra caramba de Fringe. É a única boa opção de seriado sci-fi no momento. Gosto do Walter e das maluquices dele no laboratório. A vaca, os psicotrópicos, as conversas com a Astrid. E o Peter é um colirinho com ótimas falas. Tem um site muito bom que passa um pente fino em cada episódio. Chama-se FringeLab. Tem coisa tipo: preste atenção no número da placa do carro na cena tal, pois é uma homenagem a não sei o que. Ou a comparação das histórias em quadrinho do universo alternativo com o nosso. No outro, existe o Lanterna Vermelha, não Verde. Muito nerd freak e cheio de spoilers, mas é legal.

Amaldiçoado

Terra em Chamas, de Bernard Cornwell

Terra em Chamas, de Bernard Cornwell

Estou lendo o 5º livro das Crônicas Saxônicas. Não aguento esperar. Leio bem devagar quando estou no ônibus a caminho e voltando do trabalho. bem devagar… Terminei agora o capítulo 2 e estou com muito… muito medo de continuar. Pobre Uthred.

Lost – Season Finale 2010

The End... at Lost

The End... at Lost

Um dia, quando você estiver entediado, esperando o médico te atender, não pegue o celular. Não leia nada. Feche os olhos, finja que está dormindo e imagine uma história. Com gente que você nunca viu. Invente pessoas com nacionalidades, cores e passados diferentes. Até da sua cabeça podem vir boas histórias.

As imagens da lágrima caindo do olho do Jack e do Vincent, o labrador perdido, ao lado dele, vão ficar pra sempre na memória. Lost foi uma coisa inesperada para os padrões televisivos. Toda aquela história de cair de avião numa ilha misteriosa era só uma desculpa para as outras histórias paralelas. Essas, sim, importavam. E eram contadas de um jeito muito diferente, com um elenco multinacional e elementos narrativos bem longe de clichês da cultura de entretenimento norte-americana. Bom era sentar na segunda-feira à noite perto da fogueira e ver as histórias nascerem.

É fácil perceber como Lost influenciou outras séries de TV e talvez tenha mesmo sacudido um pouco a mesmice dos roteiristas. Mas não tem nada igual ao Lost. Mesmo com a vertiginosa corrida para elucidar mistérios na temporada final, que, ainda bem, não se deu ao trabalho de explicar tudo, gostei da forma como terminou. É como os engenheiros costumam dizer de uma obra. Não se termina. Se abandona. Jack e companhia abandonaram a viagem. Só resta acenar.

Lost Goodbye

Lost Goodbye

There is no perfect love

A Vida Secreta das Abelhas

A Vida Secreta das Abelhas

Meu nome, Debora, é um nome de origem judaica. A denominação mais aproximada do original é Tzipora. Significa abelha. Por isso, o WebdeBEE etc. Sábado assisti A Vida Secreta das Abelhas, que estreou na TV.

Gosto de abelhas e da idéia de vidas secretas. Gosto das atrizes/cantoras do filme: Queen Latifah e Alicia Keys. O que tem de bom com abelhas? Acho que é a generosidade quase infinita de um inseto que produz mel, geléia real, cera e outros derivados, e ainda ajuda a manter o mundo com flores.

Generosidade é um artigo em falta. Pra onde vão as abelhas sem rainha nem coméia? Quem acolhe as abelhas perdidas? A história é sobre busca da identidade, o medo de não ser amada, sobre acolhimento, generosidade, dor, amor e posse. Não há amores perfeitos, nem lembranças perfeitas. Não há vidas perfeitas. A não ser das abelhas e das flores.

Dakota Fanning, Queen Latifah e as abelhas

Dakota Fanning, Queen Latifah e as abelhas

Bones – Season Finale 2010

(atenção… spoiler leve para quem não ainda não viu o último episódio)

Ao final, um recomeço. Bones chegou ao fim da 5ª temporada dando um passaporte de liberdade aos personagens. Seria uma brecha estratégica para os produtores e escritores reinventarem a série? Gosto muito do elenco, das histórias e das relações dos personagens, mas até quando eles aguentariam manter o dilema do “não sei se te amo ou se dou pra você ou se somos apenas amigos/parceiros” entre a Brennan  e o Booth? Algumas válvulas de escape colocadas no episódio 100 (que a Fox Brasil exibiu essa semana) e naquele final da temporada passada (do mundo imaginário do Booth), talvez tenham  segurado a onda. Mas e agora? Para onde vamos?

Booth (David Boreanaz) e Brennan (Emily Deschanel)

Booth (David Boreanaz) e Brennan (Emily Deschanel)

Mesmo assim, fiquei um pouco aflita com as despedidas.  Sei lá, essas redes de TV cancelam shows por causa de números. Com tanta série concorrendo no prime time da TV americana, nunca se sabe o que os números representam e qual a expectativa de quem produz.

Bom, espero que Bones volte em setembro vitaminado e oxigenado para a 6ª temporada. A curiosidade que agarra a gente entre uma temporada e outra é um prazer prolongado, eu sei. Não mata, nem engorda. Talvez abobalhe um pouco. Tipo:  puxa…  será que a Brennan vai pegar o Booth? Olha aquele maxilar! A altura, as proporções de tórax, mãos. Vai lá, pega logo ele, mulé!

Bons eram os velhos Titãs

Fúria de Titãs 2010

Fúria de Titãs 2010

Evito escrever sobre o que não gosto. Mas esse me deixou muito decepcionada. Tinha tudo para ser um filmaço, mas o novo Fúria de Titãs é chato pra burro. Desconfiei um pouco quando assisti ao trailer no cinema, mas caramba… que desperdício de talentos, dinheiro, energia, água, luz solar, oxigênio e paciência. Impressionante como conseguiram fazer um filme chato sobre uma aventura tão legal. O que é aquele Perseu? O Sam Worthington é um gato e tem uma voz sensacional, mas o carisma ali passou correndo e se benzendo.

E outra: escolheram fazer um herói sem mentor. Ou melhor (ou seria pior?), o mentor é a mocinha, que é a semi-deusa Io. Tudo bem que se subverta o modelo clássico da jornada do herói. Mas então que se apresente algo bom no lugar. A narrativa é muito mal elaborada. Sei lá, talvez exista alguma versão da lenda em que o Perseu fica com a Io. E deve ter exemplos do mentor ser a mocinha (Sheherazade, talvez?) . Aquele personagem do ator Mads Mikkelsen até se aproxima da figura de um mentor. Mas tudo é mal amarrado. Como um aperto de mão molenga e pegajoso. Enfim, esquece. O fato é que tinham um argumento bom e fizeram tudo ficar banal e enfadonho.

E o Pégaso? Lamentável. Numa época com as condições perfeitas para se criar um cavalo alado impressionante, belo como num sonho. A gente fica numa expectativa, mas tudo é sem graça e frustrante. Tão pobrinho o Pégaso, tadinho.

Não tem os presentes dos deuses, que, aliás, têm uma presença medíocre. Mais uma vez, se eles queriam inovar com um apelo de ódio e vingança dos humanos contra os deuses, muito legal, mas que fizessem algo realmente interessante. Por isso, é imperdoável a piada grosseira da cena em que Perseu acha a coruja mecânica do filme antigo. A mesma coruja que o antigo Perseu recebe de Atena. Só que o novo Perseu joga ela de volta no meio de uma tralha qualquer. Esse filme NÃO TEM DIREITO de desprezar um clássico, sendo a produção de merda que é.

Fúria de Titãs 2010

Perseu, o herói sem carisma de Fúria de Titãs 2010

E o pior de tudo é a desnecessária opção em 3D. Foi a primeira vez em que senti um pouco de dor de cabeça, provavelmente porque não estava me divertindo tanto quanto esperava. Tirava toda hora os óculos para ver se fazia diferença. E a verdade é que não fazia nenhuma. Só as legendas ficavam fora de registro. Não sei se havia algum problema na projeção. Diga-se de passagem, ninguém me convence de que aqueles óculos de 3D do Roxy, em Copacabana, sejam higienizados e esterilizados bla bla bla, como o cinema garante. Desculpe, mas têm sempre um aspecto sujo.

OK, vamos procurar com lupa o que se salva no filme. Basicamente, algum material visual é bem aproveitado.

Ralph Finnes é Hades. Acho ele foda e é muito bacana o efeito tipo fumaça preta de Lost que cerca o deus quando ele aparece. As Gréias parecem saídas dos filmes do Guillermo Del Toro. E o melhor é a Medusa . Ela é até uma criatura digital bonita. A risada é ótima. Aquele ser que lembra um djinn é bem curioso. Parece feito de fibras de lã, palha e vermes. Gosto de ouvir e de olhar para os lindões Liam Neeson, que faz o Zeus, e  Mads Mikkelsen (Draco).

Fúria de Titãs 2010

Ralph Finnes é Hades. O Valdemort dos subterrâneos.

O curioso djinn

Fúria de Titãs 2010

bonitão

Fúria de Titãs 2010

bonitão glitter

Fúria de Titãs 2010

Medusa rocks

Fúria de Titãs 2010

Gréia a la Guillermos del Toro

De resto, melhor esquecer e resgatar o bom e velho Fúria de Titãs de 1981. Isso mesmo. Aquele com efeitos especiais lo-tech. Da época de pérolas da sessão da tarde, como “Simbad contra o olho do Trigre”. Os monstros são bonecos bem toscões animados com técnica stop-and-motion. Não tinha computação gráfica ou câmeras digitais. Mas a história era melhor e mais divertida. E no modo caretão mesmo de contar uma lenda grega. Com o herói, os mentores, deuses glamurosos, monstros assustadores e a princesa como prêmio.

Zeus é por conta de Lawrence Olivier. Afrodite é a Úrsula Andrews. Hera é a Maggie Smith. Bons são os velhos titãs.

Fúria de Titãs 1982

Bubo, a coruja desastrada. Presente de Atena para Perseu em Fúria de Titãs 1982

Fúria de Titãs 1981

Fúria de Titãs 1981. Do tempo em que os cartazes de filmes podiam ser ilustrações

Fúria de Titãs 1981

Fúria de Titãs 1981

Fúria de Titãs 1981

Release the Kraken!!!! 1981

Fúria de Titãs 1981

Medusa, versão 1981

Fúria de Titãs 1981

Perseu de 1981

Fúria de Titãs 1981

Zeus (Lawrence Olivier) brincando com os destinos

Imagens do velho Fúria com áudio do novo

Bom! Comparação do velho e o novo

A dádiva da criação

Creation

Creation

Creio em Deus Pai Todo Poderoso. Criador do Céu e da Terra. (1)

Outro dia no Bom Dia Brasil veio a notícia sobre a nova bactéria que “criaram” por manipulação genética. A Globo News fez uma edição do Espaço Aberto Ciência e Tecnologia com uma boa abordagem do assunto. Mas o que me deixou impressionada naquela semana foi que no Asahi Shimbun, um dos principais diários japoneses, estava estampada a pergunta “O que é a vida?”

Recentemente, quando comemorou-se o bicentenário de Charles Darwin (1809-1882), teve uma exposição aqui no Rio sobre a vida e obra do naturalista inglês. Não vi a exposição, mas tinha um cartão postal de divulgação circulando com a seguinte citação.

“Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram.” Charles Darwin

Parece até um velhíssimo axioma, sei lá de Confúcio, de um pré-socrático ou da Cabala. Uma idéia anterior à civilização, mas que se mantém moderna e se aplica hoje à história das empresas, das organizações, dos governos, das nações. Adaptar-se para sobreviver. Darwin é meio que a própria ciência. Viveu a ciência. Se perguntou a vida toda. Observou e cutucou tudo à sua volta. Foi um pensador. Formulou conceitos que alcançaram esferas além da Biologia.

Em Creation, o ator Paul Bettany vive Charles Darwin na fase em que escreve sua obra mais relevante e até hoje controversa, A Origem das Espécies. Darwin já havia feito a viagem pelo Novo Mundo, do qual voltou sem a mesma saúde de antes. Já tinha uma imensa coleção de amostras, desenhos, fósseis e anotações sobre as espécies observadas. Suas idéias, suas inquietações e perplexidades diante de enigmas da natureza estavam cozinhando no fogo agitado de sua mente. A convivência com a filha mais velha, Anne, que morre muito jovem, marcou profundamente Darwin. O filme retrata com delicadeza a influência da experiência mais íntima e pessoal em sua obra. Casado com sua prima, Emma (no filme, vivida por Jennifer Connelly), a quem amava profundamente e com quem teve dez filhos, Darwin se perguntava se os problemas de saúde e as mortes prematuras de três desses filhos não seriam causados pelos laços consanguíneos do casal.

Creation

Crença e criação

E tem a inevitável questão da vida, Deus, a criação do mundo. Darwin quase se tornou clérigo quando estudava em Cambridge. Mas preferiu seguir outro curso de sua própria natureza e foi estudar plantas, insetos e geologia. Emma foi sua âncora mais forte quando esteve à deriva balançando entre os ventos da fé e da ciência. No filme, Jeremy Northam é o reverendo Innes, amigo da familia e outra referência espiritual na vida de Darwin.

Creation

Darwin e Anne

Creation

Duas criaturas

Creation

Charles e Emma

Creation

Natureza X Humanidade?

De onde vem o dom da criação? Tudo não se transforma constantemente? Tudo tem que ter uma origem? Pensar conforme os ditames da ciência leva a todas as respostas? De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? Queremos MESMO saber todas as respostas? O que é o bom senso? Desde quando ele é bom? Porque é bom? Deus é o oposto ou sinônimo do bom senso?

Natureza X Humanidade: a quantas vai o placar? Nós fazemos o aquecimento global? No que diz respeito à sobrevivência do planeta, somos melhores que as baratas? Não preciso que o Darwin e o Carl Sagan voltem do além para explicar que o desmatamento causa aquecimento gl0bal. Ou que tudo está integrado e que tudo que fazemos afeta os outros. A humanidade optou pelo caminho do determinismo técnico-científico. Nos orientamos pelos conselhos médicos e relatórios estatísticos. Mas passamos fome, levamos picada de mosquito, não sabemos onde enfiar o lixo.

Natural é ter dúvidas. Acredito em Deus e que o homem foi à Lua, mas humildemente me pergunto se los hay los hay.

(1) Cito o Credo Apostólico

As histórias mantêm o universo vivo


O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus

“Estamos aqui para contar a história que mantém o universo vivo.”

“Nada pode impedir que as histórias sejam contadas.”

Essas linhas do diálogo entre um mago e o diabo são verdades reconfortantes.

Quantas vezes uma boa história nos protege, salva o nosso dia, mostra o caminho para uma solução, recheia o coração de alento. Só não traz a pessoa amada, nem colore os fios brancos. 🙂

O filme O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus sofreu para ser realizado, como um personagem sofre para seguir o destino em sua própria história. Um dos atores principais, que vive um personagem fundamental na história, morreu durante as filmagens. Heath Ledger, recém saído da pele do Coringa, de Batman – O Cavaleiro das Trevas, ainda afetado pelo pirado vilão, deixou esse mundo. Mas esse episódio triste acabou conduzindo a realização do filme por um caminho extraordinário. A realidade afetou a ficção, como um zumbido de inseto modifica o roteiro de um sonho.

Christopher Plummer é o Dr. Parnassus, que, há muito, muito tempo atrás, faz um pacto com Tom Waits, o “coisa ruim”. Ele ganha vida eterna em troca da alma de sua bela filha Valentina (Lily Cole), quando esta completar 16 anos (não lembro bem qual a idade). Parnassus, Valentina, Percy (Verne Troyer, o mini-mim) e Anton (Andrew Garfield) formam uma espécie de troupe de artistas itinerantes, que vaga por Londres numa carroça que é a casa deles e o palco onde encenam um espetáculo de mistérios e segredos.  Ledger é Tony, homem de passado condenável, que é  literalmente salvo da forca pela trupe. Ele sofre uma amnésia temporária e acaba se revelando uma grande aquisição para o grupo, atraindo público e dinheiro. E ainda disputa a preferência de Valentina com Anton.

Mas o que é esse espetáculo? O que a troupe apresenta? Hum… Curiosidade… Labirinto do desejo. Atrás das cortinas do palco-carroça residem os sonhos e desejos do mundo. Experiências que nenhum dinheiro pode pagar. E nesse mundo por trás das cortinas dos confins da mente do Dr. Parnassus, Heath Ledger pode ser Jude Law, Johnny Depp ou Colin Farrell. Tanto faz para um homem de passado desconhecido, de caráter inexato, e além do mais exilado na imaginação dos outros. Viver-morrer. Acordar-dormir. Um outro mago em uma outra história já disse ““We are such stuff as dreams are made on.” (“Somos da mesma substância que os sonhos.”) (1).

Esse jogo de adentrar e sair de trás das cortinas da fantasia é o material precioso e flexível que o ex-Monty Python, Terry Gilliam (Os 12 Macacos, As Aventuras do Barão de Munchausen) manipula com a habilidade de um feiticeiro. Um filme sobre o  poder da imaginação e sobre a magia de construir histórias. Histórias constroem vidas. Transformam pessoas. Podem até salvar almas perdidas na vida e nos filmes.

Passagens preferidas desse sonho…

  • A mulher que sonha com jóias, perfumes e sapatos de salto alto gigantescos.
  • O tango com Johnny Depp.
  • A cabeça gigante com o típico chapéu de policial inglês de onde saem policiais dançarinos cantando sobre as maravilhas de entrar para a polícia e poder ser violento e não ser preso (totalmente Monty Python).
  • Os encontros de Parnassus e o diabo (Tom Waits é uma das  melhores encarnações do príncipe das trevas de todos os tempos). Especialmente aquele em que o demo diz que nunca entendeu direito qual é a da magia negra…
Espetáculo dos sonhos

Senhoras e senhores, o sonho está só começando

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

Sapatos, perfumes e jóias

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

Tango com Depp

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

Passagem para o imaginário

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus

A velha peleja do bem contra o mal

Para encerrar, devo dizer que é oficial: The Immaginarium of Doctor Parnassus é melhor do que o Alice no País das Maravilhas. Alice tem uma concepção visual e um acabamento mais sofisticados. E obviamente o orçamento de Alice é maior. Mas Parnassus é uma história melhor e um salto muito mais alto de ousadia artística. Então, só lamento. Perdeu, Burton.

(1) Cito Próspero, em A Tempestade, de William Shakespeare.

Tony Stark tira onda que é cientista espacial…

Iron Man 2

Homem de Ferro 2

Prometo que não vou tietar o Robert Downey Jr.  🙂

De novo estamos em um ano cheio de filmões. Que nem 2008, quando estreou o primeiro Iron Man.

De novo  um filme bom. Só lamento a saída do Terrence Howard, que fazia o Rhodney, oficial das forças armadas amigo do Tony Stark. Gosto mais dele. E justo dessa vez, em que o personagem finalmente usa uma armadura de ferro…

Bem, aí tem o Whiplash.  Mickey Rourke . Aquela carranca bizarra onde parece que injetaram silicone a força. Mas esse atributo acabou conferindo autenticidade ao personagem. Eu escrevo isso sem ter a mínima idéia de como o vilão chicoteador foi concebido originalmente nos quadrinhos. Não tenho essa cultura Marvel/DC. Mas o Rourke realmente convence como um cientista psicopata e excêntrico que quer destruir Stark a todo custo. O sotaque e a cacatua só aprefeiçoaram a composição. Me pareceu até natural.

Viúva Negra da Scarlet Johansson meio deslocada. Sei lá, precisava ser a Scarlet? Tudo bem que ela é bonitérrima e sexy in tights. Mas ela parece não ter se divertido muito. Embolsou uma bolada pra mostrar o preparo físico…

Algumas das melhores coisas do Iron Man 2:

  • Tony olha para a Natasha (Scarlet) e pergunta à Pepper: posso ter uma?
  • A maleta vermelha que vira o traje de ferro
  • Tony Stark no laboratório transformando a maquete física em imagem 3D holográfica
  • Stark explica como o Homem de Ferro vai ao banheiro…
Fantasia High Tech

Pequenas alegrias hi-tech

A maquete

A maquete

+ High Tech

+ Hi-tech

Cientista maluco

perfeito maluco bizarre stylie

Stark e sua armadura veloz

Stark e sua armadura veloz

Vc até acreditou, né?

Vc até acreditou, né?

... que não ia tietar....

… que eu não ia tietar….

... desculpa... é a última.

… desculpa… é a última.

Penei um pouco, mas achei esse vídeo no Youtube da abertura do desenho (des)animado do Homem de Ferro, que passava no programa do Capitão Asa!

 

Tony Stark / Tira onda / Que é cientista espacial / Mas também é / Homem de Ferro / Elétrico, atômico, genial / Pura armadura / Homem de Ferro / bla-bla-bla (nao entendi) / Homem de Ferro

Ai, quá-quá-quá, que bobo.