Season’s Finale – Parte 3: Fringe

nas bordas extremas da ficção científica

nas bordas extremas da ficção científica

Se assumirmos que o Arquivo X deixou mesmo órfãos (eu, pelo menos, sou uma), parece que o Fringe pode trazer algum alívio. Só que com alguns poréns, adereços e perfumarias.

Tem coisas que são mais ousadamente bizarras em Fringe do que em Arquivo X. Mas no bom e velho seriado de Mulder e Scully, eu sentia muito mais medo.

Em outros aspectos, Arquivo X é derramadamente mais nerd e empolgante, enquanto Fringe é um tanto modernoso e antisséptico.

Chris Carter é mais da linha de Stephen King, Clive Barker, Além da Imaginação. Já J.J. Abrams persegue outras fronteiras da ficção científica.

Mas a parada do Fringe pra mim é o Walter. O cientista louco. E agora, a gente entende melhor a maluquice dele. Viagens entre mundos paralelos… A segunda temporada promete. Tomara que não desaponte.

Paz e prosperidade nesta (qual?) e em todas as realidades paralelas.

sci-fi clean

sci-fi clean

Próximos capítulos…

  • Bones
  • Grey’s Anatomy
  • Life
  • The Mentalist

Season’s Finale – Parte 2: E.R.

era triste mas era bom

era triste mas era bom

Lá se foram todos os meus amigos de fim de noite. Vi muitos episódios nas reprises diárias das 23h00. Comecei a ver E.R. quando passava com o nome de Plantão Médico na Globo, lá por volta de 1994.

Era tudo muito bom até chegar no episódio do parto com eclampsia. Foi uma das coisas mais aterrorizantes de tão tristes que já vi na TV. Tomei horror do seriado na época. Só voltei a ver em 2006, quando assinei TV a cabo. Já estava na 12ª temporada. Eu tava por fora de quem diabos eram Dr. Kovac (hey hey hi hi rock n roll will never die), Abby, Neela ou Pratt. Nas reprises diárias é que fui me situando, conhecendo os novos médicos e enfermeiros e entendendo que fim levou o Dr. Carter, Dr. Peter, Dr. Marc Green ou a enfermeira Carol, que namorava o pediatra vivido pelo George Clooney (hi hi hey hey rock n roll is here to stay) .

Daí, fiquei viciada de novo na mesma droga cheia de tragédias de 1994. Sei lá porque… Foi boa enquanto durou. Em sua temporada final, o criador da série, Michael Crichton, também se foi.  E o último capítulo não tinha muita escolha a não ser não terminar a história. Como se a série fosse um bumerangue lançado ao acaso. E agora fica voando num looping eterno pelas imaginações dos fãs.

er-season-15

desgraças na eternidade

Próximos capítulos…

  • Fringe
  • Bones
  • Grey’s Anatomy
  • Life
  • The Mentalist

Season’s Finale – Parte 1: Lost

Sou mega-atrasada nos posts, mas fazer o que? Tanto que daqui a pouco algumas dessas séries vão voltar para novas temporadas. Outras vão demorar ou não voltar mais. Mas demorar a escrever tem algumas vantagens. As impressões ficam cozinhando em fogo baixo se misturando com outras idéias e experiências.

Histórias perdidas

Histórias perdidas

Mas, vamos ao Lost!

O sorriso de caneca da Julliet finalmente serviu para alguma coisa…

Quem diria que era possível sentir compaixão pelo Sawyer…

Dadas as circunstâncias, posso ter esperanças de o Daniel Faraday voltar? Ele é um dos personagens mais interessantes da série.

Agora, só lá pra janeiro ou fevereiro, né?

Comecei a ver Lost no meio da primeira temporada, motivada pelas recomendações de amigos. Considero um grande feito dramático da TV. Não pelo circo de mistérios, enigmas, pegadinhas, easter eggs e outras bossas. Mas pelas histórias e os personagens mesmo.

É complicado, mas simples ao mesmo tempo. Todos são apresentados aos poucos. Peça após peça de vários quebra-cabeças. Todos são bons e maus. Dá vontade de matar, mas depois você conhece uma outra faceta e entende porque o personagem é assim e passa a gostar dele ou a odiá-lo um pouco menos.

O negócio é que costumo gostar de séries por causa de um ou outro personagem (não necessariamente me identifico com ele, simplesmente gosto muito). Mas Lost não segue exatamente esse padrão de fixar uma impressão sólida sobre o personagem e dar aquele tempinho de 2 ou 3 episódios até fisgar o espectador. Não dá para gostar do Saiyd ou da Kate da mesma forma que se gosta da Abby do E.R. ou do Charlie do Life. Todos na ilha são duvidosos e incertos. Mas no contexto de suas histórias é que são personagens apaixonantes.

A chegada de Lost mexeu com os padrões das séries. Mas poucas são tão originais e positivamente surpreendentes como ela.

lost5temporada1

existências zeradas

Próximos capítulos…

  • E.R.
  • Fringe
  • Bones
  • Grey’s Anatomy
  • Life
  • The Mentalist