Season’s Finale – Parte 6: Life


Life

Justiça Zen Lei

Não deseje. Simplesmente, não deseje.

Esse tem sido meu mantra.  Aproveitando minha própria crise global financeira, fico motivada, pra não dizer forçada, a virar a cara para as vitrines e anúncios. O negócio é não desejar. What you don’t have you don’t need it now.

Charlie Crews sobreviveu a 12 anos de prisão. Foi condenado injustamente à prisão perpétua. Seu caso foi revisto e novas evidências o inocentaram. Mas o cara penou por 12 anos. E foi o contato com o budismo que ajudou Charlie a sobreviver, ter paciência e se preparar para a vida fora da prisão. Se preparar para entender o que aconteceu com ele e com os amigos, cujas mortes foram atribuídas a ele. A primeira medida de Charlie para descobrir a verdade é construir um mapa mental com fotos, nomes e evidências que vai colecionando a cada episódio e espetando no painel que mantém escondido em casa. O crime de que foi acusado envolvia a morte de um casal de amigos e um assalto a banco.

Em 12 anos, o mundo passou a se comunicar pela Internet e de celulares integrados com o painel do automóvel via bluetooth. Charlie volta para esse mundo diferente, mas, como indenização pelos anos perdidos atrás das grades, ganha uma bolada da justiça. Volta para o velho emprego na polícia de Los Angeles, mas agora é um detetive milionário. Compra uma mansão gigantesca com uma plantação de laranja no quintal. Dirige carros da categoria Maserati pra cima. E se desfaz deles sem hesitar porque é podre de rico e budista.

Charlie Crews é cercado por um monte de gente nada inocente. Sua nova parceira, a agente Reese, acabou de sair do programa de reabilitação por uso de álcool e drogas. O pai dela, ex-policial que estava na ativa quando Charlie foi preso, também é suspeito de envolvimento com a trama que o colocou na prisão. Assim como a chefe do departamento, que detesta o Crews e teve que engolir ele na equipe. O ex-parceiro de Charlie também não parece inocente nessa história. Seu amigo pessoal e contador, que ele conheceu na prisão,  foi parar lá por crimes financeiros.

Em meio às cenas dos episódios, aparecem imagens de um documentário sobre o Crews, onde os personagens dão depoimentos sobre ele. A advogada, a ex-mulher, colegas que apóiam Charlie e outros que acham que ele é culpado. Todo o barato da série era a busca de Charlie pela verdade.

Mas o chato é que essa série foi cancelada. E, embora termine revelando tudo ou quase tudo sobre a conspiração que levou Charlie para a cadeia no último episódio da segunda temporada , infelizmente, não vai continuar. Gostava de ver a briga de Reese e Crews para ver quem ia dirigir o carro. Das lições de budismo que ele ouvia em audiobooks. Das metáforas zen que ele aplicava nas investigações. O amanhã e o ontem não existem. Só existe o hoje. Tudo é uma ilusão. Charlie já estava quase conseguindo a ex-mulher de volta… Tinha uma relação meio ambígua com a advogada que o ajudou a sair da prisão. A Reese tinha um caso com o chefe, um novaiorquino malandro, mas que morria de medo dos menores abalos sísmicos de LA. A filha do casal assassinado, que foi testemunha do crime e ficou escondida pela justiça, é reencontrada por Charlie no final da 1ª temporada. Ela teve que fugir no final da 2ª temporada, mas que fim levou a garota? E o contador tinha uma paixão reprimida pela quase madrasta do Crews. Mas, acabou o milho, acabou a pipoca. Que pena que acabou.  Mas como eu já disse, não deseje.

ninguém é inocente

ninguém é inocente: o contador, crews, reese, o chefe e o ex-parceiro. cabou milho, cabou pipoca....

Próximo capítulo…

  • The Mentalist
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